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Mostrando postagens de Julho, 2020

Refúgio na Pandemia 2020

Há instantes, Reguei primaveras no jardim. São movimentos e texturas Que me envolvem no retiro. Aprecio o balé das araras, Numa lenta cadência e despretensioso vagar. Há cheiro de manjericão no ar e o vento seco do inverno me faz só, como um resoluto esteta que aprecia luas de quarto-crescente com algodão doce na soleira. E o silêncio me aquieta e me reseta. Busco a companhia de palavras em livros e poemas, para atravessar o ciclo e alcançar revoada. (Há Vida na Pandemia)