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12 de outubro de 2022

PROJETO CALÇADÃO CULTURAL em 2016

    Em 2016, deram-me a missão de criar um projeto para ser desenvolvido nas ruas de Campo Grande. Então, lembrei-me de diversas viagens a outras localidades, em que pude ter contato direto com a cultura nativa, nas esquinas e calçadas. 
Ver um mural artístico imenso, criado nas paredes do metrô em Barcelona, Espanha, me impactou profundamente. Encontrar com um pianista na calçada de Santiago, no Chile, me encantou. A capoeira, a música e a dança nas ruas de Salvador e Porto Seguro, Bahia; os malabares nas calçadas de Madri, Espanha; a “Mão” nas areias de Punta Del Leste, Uruguai, tudo me inspirava. 
    A arte estava além das paredes de um museu ou de um teatro. A arte estava nas ruas, perto das pessoas, impregnando-as com sua peculiar magia. Lembrei-me dos ensinamentos de Ana Mae Barbosa: “Não se conhece um país sem conhecer a sua história e a sua arte.” Escrevi o Projeto ‘Calçadão Cultural´ e juntamente com a equipe da Sectur, levamos diversos espetáculos e linguagens artísticas para a Rua Barão do Rio Branco durante um ano, e as apresentações aconteciam em frente ao Bar do Zé. Foi tudo muito incrível!








                                                       Carmen Eugenio e Edson Clair

                                       Carmen Eugenio - Coordenadora do Calçadão Cultural

    
                                                            Edson Clair, Emerson e o inesquecível Jair Damasceno.




 























 


 

3 de maio de 2020

Lixo espalhado? De novo?

Domingo de manhã, começamos a nossa caminhada pelo bairro e constatei algo muito ruim: todos os sacos de lixo reciclável estavam abertos, com resíduos plásticos espalhados pela rua. Isso acontece sempre e é lamentável ver esse cenário. Os catadores de lixo aqui em Campo Grande-MS, abrem os sacos para tirar o que lhes convém, mas não os fecham novamente. Se chove, a água leva os resíduos rua abaixo até chegar ao parque e ao rio, entupindo todos os bueiros pelo caminho. Bem triste.
Na quadra em que moro, há um cidadão que sempre dá refeição a um morador de rua. Que atitude bacana. Mas na sequência, o morador de rua, abandona o prato de isopor e a sacola ali mesmo, na calçada. Esperar o quê... E aí vem o vento e esparrama todo aquele lixo pela rua, até chegar no rio logo abaixo.
Durante a caminhada, na Via Parque sentido Parque do Sóter, há uma trilha de sujeira na pista de caminhada e ciclismo. Plásticos, garrafas e papéis jogados ao longo da via. Claro que há uma evidente falta de educação. Mas observo também que faltam lixeiras em diversos locais públicos. O certo, meu Deus que óbvio, é cada um recolher seu lixo. Mas, infelizmente, para algumas pessoas falta o principal: o senso de coletividade e respeito pelo meio ambiente.
A consequência desse desprezo pelo meio ambiente é sempre o mesmo: enchentes cada vez mais frequentes devido ao entupimento de bueiros e rios poluídos e transtornos na cidade. Campo Grande fica com grandes áreas alagadas em dias de muita chuva.
O ideal é cada um cuidar do seu entorno.  Não ficar esperando providências governamentais apenas.

15 de julho de 2011

PARQUE DAS NAÇÕES INDÍGENAS



“Lá vento é mágico.
Venta muito, e tanto, e sempre.
O lago encanta
O verde chama
A natureza é suprema
Vi quatis brincando
Uma capivara se banhando
O rio prosa passando pelo parque.
O rio não passa. Passeia.
Como todos os que lá estão...”

Há um tempo que não o visitava,
E agora o Parque tem ciclovia, parque para crianças, banheiros limpos.
Cada portão tem o nome de uma aldeia indígena: Kaiowa, Ñandeva, Kadiwéu, Guaicuru, Terena.
Está todo sinalizado para ciclistas e pedestres.
Muito organizado.
Para garantir a segurança, um posto da Polícia Militar foi instalado dentro do Parque.
Dispõe de quadra de esportes, pátio para skate e patins, sanitários (limpos), pista asfaltada para caminhada de quatro mil metros.
Dentro do Parque há o Museu do Índio, Museu de Arte Contemporânea (MARCO), Museu de História Natural, além do Monumento do Índio e a Concha Acústica Helena Meireles onde acontecem diversos espetáculos.
O parque está localizado nos altos da Avenida Afonso Pena, na cidade de Campo Grande-MS. Possui 119 hectares. Muitas vezes, encontramos capivaras e quatis passeando por lá.
Enfim, um lugar de lazer incrível, que nos proporciona momentos de relaxamento e bem-estar!
Horário: Terça a Domingo, das 6 às 21 horas.











4 de julho de 2011

Belmar Fidalgo

Caminhar é uma das minhas grandes alegrias.
Quando não estou em minha academia particular, que montei em meu apartamento para compor meus horários devido à falta de tempo, gosto de andar pelos parques de Campo Grande-MS.
A Praça Esportiva Belmar Fidalgo, sobre o qual falarei hoje, é um dos meus locais prediletos.
O exercício físico ao ar livre é muito mais gostoso. A caminhada olhando para as árvores e as Palmeiras Imperiais, é terapêutica. Aniquila a ansiedade e as indesejáveis celulas adiposas, fontes de grandes aborrecimentos.
Sua localização é central e o circuito da pista para caminhada é enxuto, 425 metros.
A Praça  Belmar Fidalgo possui duas quadras poli esportivas, arena para quadras de areia, pista de cooper, banheiros (limpíssimos!!!! Coisa rara em um lugar público), duchas, campo de futebol suíço, playground infantil, área para ginástica,  sede administrativa, muito verde e muita iluminação.
Eu adoro estar lá e o lugar é muito frequentado. Há policiamento da guarda municipal, o que nos transmite muita segurança. O horário de funcionamento é das 5h às 21hs.
Quando vier a Campo Grande, já fica a dica de um lugar legal para passear e se exercitar!