Mostrando postagens com marcador Flória Britez de Eugenio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Flória Britez de Eugenio. Mostrar todas as postagens

8 de dezembro de 2022

Minha amada e saudosa mãe, FLÓRIA BRITEZ DE EUGÊNIO

 

FLÓRIA BRITEZ DE EUGÊNIO

 

Natural de Ponta Porã, recebeu, “pós-mortem” o título de cidadã campo-grandense em agosto de 1998 e tem seu nome em rua do Bairro Vespasiano Martins.

Casada com Victor Cabreira de Eugenio, mãe de Greice, Telma Cristina Eugenio, Carmen Eugenio, Valéria Eugenio, Victor Eugenio Filho e Daniela Eugenio e avó de seis netos.

Em 1999, no centenário da Capital do estado de Mato Grosso do Sul, foi homenageada como uma das 100 mulheres pioneiras da capital, tendo sido a fundadora e primeira presidente da Associação dos Artistas plásticos de Campo Grande.

Em 1980 coordenou o PRONAV municipal, foi tesoureira da Associação Cristã Feminina, membro do Conselho Benemérito da Maternidade Cândido Mariano onde a sala de radiologia foi batizada com seu nome.

Artista Plástica, dinâmica e de muita iniciativa, exerceu com muita competência várias funções de liderança em instituições sociais, a maior parte delas de caráter filantrópico.

Foi diretora social do Lions Clube de Campo Grande e uma das poucas mulheres na condição de Companheira Leão.

Eleita presidente do Clube Feminino de Campo Grande em 1985, permaneceu nessa entidade até o final de sua vida, sendo reeleita a cada ano, em função de sua forte liderança e do trabalho assistencial de grande abrangência que realizou por todos esses anos, em benefício de crianças, gestantes e idosos.

Na área da infância, Flória Eugênio era muito conhecida em vários bairros de Campo Grande, destacando-se no bairro Moreninhas, onde desenvolveu um grande trabalho social. Por essa razão, o poder público denominou uma Escola Infantil Municipal, localizada na Rua Barueri, 330, como “Flória Britez de Eugenio”.

(extraído do Livro: 100 Mulheres Pioneiras em 100 anos de Campo Grande)

25 de abril de 2021

Mãe, Plenitude Solar

Ela sorria

e inspirava pessoas.

Aos domingos

Tão solar,

E plena de gestos,

cantava

a música que gostava.

 

Ela tinha alegria

Cheia de vida

e amava,

a família

e seu canteiro de azaleias,

que um perfume exalava.

 

Ela era cheia de sonhos,

ela era forte

e levava esperança

aos mais carentes.

Ela era minha mãe

Em seu coração:

muito amor.


                                               Flória Britez de Eugenio