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Táticas de Guerra

'Uma das táticas de guerra mais antigas consiste em quebrar o espírito do adversário, retirando dele toda a disposição de lutar. Não se deixem tomar pelo desânimo, nem pelo derrotismo. Filipe Martins ‏  

AMOR E CLARIVIDÊNCIA

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Ah! O amor... quantas voltas nos faz dar, quantas buscas, desencontros e acertos. Quantas idas e vindas enfeitam uma história. Lágrimas, sorrisos e abraços.   Quantos laços, casos e descasos. O coração acelera, desespera e não se cansa E o amor vai transformando tudo, numa supremacia inquestionável. Enfrenta nossas próprias marés, desatina cantos cartesianos, e desafia os maiores reveses.   O amor é a resposta.  E na amplidão cor-de-rosa surgem ainda inquisições pragmáticas. E algo mais forte, sublime e cortês que afaga e sussurra. Do amor, quero a clarividência para enxergar o que meus olhos não alcançam.

Sonhos

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Como não ter sonhos? Sonho até acordada. Principalmente, eu diria. Estamos em alerta constante, por algum motivo real, conectividade premente. Mas o pensamento flutua, a alma passeia e o coração anseia. Passos largos para um abraço caminhando com gentileza, buscando portas abertas e janelas escancaradas, para encontrar nossas verdades.

Verdades e contramão

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As palavras foram expressas de maneira avessa, com imensidões de véus e acontecimentos breves. O calor que transpassava o verbo era a partilha necessária e certeira, que acalentava desejos. Esse tudo me abraçava. Quando chegava a noite, debruçava, latente, sobre sonhos e laços. Me imaginei ao lado de seus passos, compassos e espaços .  T ão impreciso lapso ardente. Verdades e contramão.

Códigos

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Meu desejo dissonante é que tais dilemas Demandem por mim. São enigmas e amplidões, Composições dos meus conflitos. Êxtase circunflexo Que me descaminha Por um estado perplexo, Apalpa meus porões absurdos e minhas vontades. Eu estou aqui Embriagando-me dos tons, Nutrindo-me das notas e sons e alguma dicotomia. Ingressando nessa paisagem Como se cada mensagem Estivesse pactuada, Paralisada pela beleza, Engessada pela gentileza, Aglutinada em contradições.   Encontro-me só, num tropeço implacável com vírgulas, interrogações e o querer decifrar códigos.

Paragem

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E aquele lugar te faz sorrir, Aquela voz te faz imaginar, Aquele instante te faz sonhar.   Como se tudo que foi dito Faça todo o sentido E espalhe aromas.   Colha desejos e acredite em quimeras. Não é preciso procurar mais o que acaricia por dentro. Todas as utopias, enfim, colam-se aos cristais do tempo. Resistir? Para que?

Minha História

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Há 26 anos, eu iniciava a carreira na Prefeitura de Campo Grande, como Técnica de Cultura. Eu nem imaginava o universo de experiências que se descortinaria à minha frente. Afinal, quem pode imaginar aos vinte e poucos anos, recém egressa da Universidade Federal-Faculdade de Artes, o significado desse compromisso? Cheguei e logo assumi os núcleos de Teatro e Dança, pois Jo Simao saía para licença gestante. Uma grande responsabilidade ocupar o lugar de alguém com tanto talento. O teatro já era amor antigo, iniciado na escola. Na Universidade Federal, então pupila do Mestre Eduardo Borges e Marly Damus, criei o Grupo Bombom de Teatro de Bonecos, juntamente com as amadas: Leonor Lopes S Saad, Cláudia Maluf Barcelos Borges e Mônica. Depois, participei do Grupo de Teatro Alma de Circo, sob a direção de Andre Finger, trabalhando ao lado de Caio Ignacio , Adilson Schieffer Elvira Brandão, Isac Zampieri, Conceição Leite e Jair Damasceno. Após esses projetos, em 1991, já atuando como arte-edu