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3 de julho de 2011

ROMANCE




Eu quero ser sutil
Mas que minha sutileza não pareça ingenuidade.
Eu olhei para o céu hoje
Pois ao redor encontrei ninguém.
Eu esperei ver novamente 
um sorriso, um olhar, uma voz
E pensei: quando queremos muito ver alguém
Ou o tempo não passa...
Ou passa rápido demais.
Eu sou alguém sem o impossível.
Em algum momento serei resgatada,
Com vida,
Daquilo que não gosto, 
do que me sufoca, do que me afoga.
Levarei comigo o mesmo céu que me acalentou.
E a vontade de viver esse tal romance
Com algodão doce e maçã-do-amor.
Andar de mãos dadas e entender segredos
Abraçar apertado, compassado, dançar.
Caminhar sem pressa, pois toda a espera
Acaba por se justificar.
(Carmen Eugenio)

20 de fevereiro de 2011

E a Luz?


De vez em quando
Sem entender direito
A luz incandescente
Desaparece
Não sei por que,
Não sei como,
...prá onde vai?
Fico a procurar
Não quero que desapareça
Não me abandone ao breu
desse interstício
Ao suprimir clarão
Outorgaria chaga ao meu coração.
Pois eu,
Despojada de postura estóica
Por demorada ausência
Encontro-me em inospita abstinência
Involuntária, certamente
Da simbiose que me abraça
Docemente.

De Stella Para Romilce

 Na mesa estavam: papai, mamãe, vovô e vovó. Depois de vários dias e muitos nomes, restaram apenas dois nomes para escolherem: Carla ou Stel...