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Mostrando postagens de Julho, 2018

AMOR É A RESPOSTA

Ah o amor quantas voltas nos faz dar quantas buscas, desencontros e acertos. Quantas idas e vindas enfeitam uma história lágrimas, sorrisos e abraços. Quantos laços, casos e descasos. O coração acelera, desespera e não se cansa E o amor vai transformando tudo, numa supremacia inquestionável. Enfrenta nossas próprias marés, desatina cantos cartesianos, e desafia os maiores reveses. No horizonte rosado e intuitivo surgem ainda inquisições pragmáticas. E algo mais forte, sublime e cortês nos afaga e sussurra, o amor, é a resposta para tudo.  

Sonhos!

Como não ter sonhos? Sonho até acordada! Principalmente, eu diria. Estamos em alerta constante, por algum motivo real, conectividade premente. Mas o pensamente flutua a alma passeia e o coração anseia. Passos largos para um abraço caminhando com graça e gentileza, buscando portas abertas e janelas escancaradas, para encontrar nossas verdades.

Verdades e contramão

As palavras foram expressas de maneira avessa, com imensidões de véus e acontecimentos breves. O perfume que atravessava o verbo era a partilha necessária e certeira, que acalentava espaços. Quase tudo trazia um querer e abraçava vontades. Quando chegava a noite, debruçava, latente sobre sonhos e laços. Tão impreciso na fagulha de êxtase e lapso incandescente. Verdades e contramão.

Códigos

Meu desejo dissonante é que tais códigos Demandem por mim. São segredos e infinitos, Composições dos meus conflitos. Êxtase circunflexo Que me descaminha Por um estado perplexo Apalpa meus porões absurdos E minhas vontades diatônicas Eu estou aqui Me embriagando dos tons Me nutrindo das notas e sons e alguma dicotomia Ingressando nessa paisagem Como se cada mensagem Estivesse pactuada aos meus instantes. Paralisada pela beleza Engessada pela gentileza Aglutinada em contradições, me encontro só, num tropeço implacável com vírgulas, interrogações e a intenção de decifrar seus códigos. (Carmen Eugenio)

Paragem

E aquele lugar te faz sorrir Aquela voz te faz imaginar Aquele instante te faz sonhar. Como se tudo que foi dito Faça todo o sentido E espalhe aromas. Colha desejos E insista em devaneios. Não precisamos procurar mais O que perfuma por dentro Todas as utopias, enfim, Colam-se aos cristais do tempo. Resistir? Pra que?