E a Luz?


De vez em quando,
Sem perceber direito,
A luz

Desaparece
Não sei por quê,
Não sei como,
...para onde vai?


Fico a procurar

E a querer
Que não desapareça,
Não me abandone ao breu.
Ao suprimir o clarão
põe em chaga o meu coração.


E eu,
Despojada de postura estóica
Por demorada ausência,
Encontro-me em abstinência involuntária,

Da simbiose que me abraça
Docemente.

 


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