Pular para o conteúdo principal

EU E HASHIMOTO


Tudo começou, quando, alguns meses atrás, reparei que meu pescoço estava inchado em algumas fotos.
Depois, caminhando em um parque, uma amiga me disse que eu havia engordado.
Procurei um médico otorrinolaringologista, pois imaginei que fosse um inchaço nas cordas vocais.
O médico apalpou minha tireóide e disse-me que a mesma estava alterada. Pediu que eu realizasse uma ultrassonografia da tireóide.
Dias depois, realizando o exame de ultrassom, o médico disse-me que minha glândula da tireóide estava alterada e que poderia ser Mal de Hashimoto.
Mal de Hashimoto? Quem é esse?
O médico então, explicou-me tratar-se de hipotiroidismo. Ocorre quando a tireróide deixa de produzir hormônios suficientes para o pleno funcionamento do metabolismo.
Resultado: muito cansaço físico e ganho de peso.
O médico do ultrassom me encaminhou para um endocrinologista, que me pediu uma série de exames de sangue.
Os exames de sangue confirmaram o hipotiroidismo – Mal de Hashimoto. Existiam nove mil anticorpos atuando na minha tireóide para combater o mal. Por isso o cansaço freqüente, desânimo, metabolismo lento, ganho de peso.
Esse processo de diagnósticos durou uns três meses e agora estou em tratamento, com o medicamento Syntrhoid de 25mg.  Daqui uma semana, farei novos exames de sangue, para ver se o medicamento está resolvendo.
Prossigo com meus exercícios físicos, com fé em Deus e com a esperança de melhorar.
De vez em quando, a vida nos dá um susto. O único jeito é reagir e buscar resolver o problema.
Sou grata às minhas colegas do curso de Inglês, que foram solidárias à minha tristeza e minhas lágrimas, quando descobri o tal do Mal de Hashimoto. Me deram força e me encorajaram em um momento em que me senti muito frágil!
Obrigada a todos pelo carinho em compreender meu sumiço. Um pouco, foi em razão do descrito acima. Abraços e até a próxima!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Humberto Espíndola - Ícone da Arte Contemporânea em Mato Grosso do Sul

Aprecio as obras de arte em minha casa e há uma especial, de família - Os Bois, de Humberto Espíndola. Certa ocasião fui visitá-lo em sua casa-ateliê, um santuário das artes. Fantástico estar naquele lugar, na companhia desse que é um dos principais artistas plásticos do Centro-Oeste. Seu nome está grafado na história da cultura brasileira. Embora sermos de gerações diferentes, nossos pais sempre foram muito amigos. Eu lhe disse:- Humberto, eu sou a Carminha, filha do Victor e da Flória. E ele disse: - Claro que sei!! Meus padrinhos de casamento!! E então conversamos a tarde inteira e eu pude, extasiada, contemplar suas obras. Humberto Espíndola, pintor autodidata, estreou nacionalmente no IV Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, em 1967, em Brasília. Formou-se em jornalismo na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Católica do Paraná, em 1965 e no ano seguinte, organizou a Primeira Exposição dos Artistas Mato-Grossenses, em Campo Grande, onde fundou,

Formato de Coração

Ele é especial E sabe disso. Nesse tempo, É tanto e tudo Quando fala Quando indaga Ou quando faz tudo ficar mudo. Quando se torna movimento ou paralisa qualquer instante ele é magia, contornos e brisa contagia minha vontade e derrete algumas verdades Ele é, em meu mundo, Um muito de todas as coisas De qualquer canto E qualquer cor. Por seus olhos Meu encanto permeia Desejo sensorial pleno forma arrebatadora de momentos sem chão. Formato de coração. Há ainda o arremate De abraços e vontades Num horizonte de quereres e emoção. E se, em todas as vezes, Em que o encontro se fez urgente E as certezas tiraram o talvez, Celebro com alegria Estar ao seu lado, Pelo infinito da Vida Contando tudo, outra vez. Carmen  Eugenio                                                     Carmen Eugenio e Cesar Crivellente

ENCONTRO

A mensagem logo cedo é clara: saudade não demora e se instala. Há logo o desejo de sobrepor retina um repente que desorienta, seduz, manda recado, troca segredos, e entende silêncios. E na escalada de emoções latentes, são tantas luas de promessas quentes, que já nem sei se o sabor do vento é o mesmo que provei, antes da sua chegada. E à noite eu me aqueço nos vãos de suas palavras, sem rotina, nem tropeços eu tento, não me esqueço, superar cada passo, dançar no ritmo do seu compasso.                                                      Cesar  Crivellente e Carmen Eugenio